terça-feira, 30 de julho de 2013

Clube Ganhar Dinheiro

A fórmula da abundância financeira

A fórmula da abundância financeira é simples:

1- Gaste menos do que ganha e invista bem a diferença.

2 – Depois reinvista seus retornos para obter retornos compostos até atingir uma massa crítica de capital investido que crie a renda anual que você deseja na vida.

Vamos discutir os componentes dessa fórmula e entender porque na maioria da vezes não conseguimos dar nem o primeiro passo.

Como gastar menos do que se ganha?
1º passo: eliminar perdas displicentes de dinheiro, não desprezando os pequenos valores nem uma boa negociação.
2º passo: reduzir gastos desnecessários, enquadrando seu padrão de vida em suas possibilidades de ganho. Esse é o passo mais difícil, pois trata-se de um problema cultural.
3º passo: substituir gastos burocráticos e que pouco agregam por outros que realmente lhe tragam qualidade de vida, bem-estar e sentimento de realização pessoal.

Para conseguir seguir esse três passos é necessário estabelecer uma forma de controlar melhor o destino de seu dinheiro. Para ajudá-los nessa missão segue o link de uma planilha eletrônica de fácil preenchimento disponível no site da Bovespa: http://bit.ly/16VdmDu.

Depois de relacionar todos seus recebimentos e gastos já é possível saber quanto sobra ou quanto falta de sua renda no final do mês. Estude sua planilha de gastos. Estude cada despesa que tem. Veja o que pode ser reduzido sem prejudicar seu padrão de vida.

A teoria dos baldes

A teoria dos baldes é uma metáfora para a alocação de recursos que pode ajudar na organização do seu planejamento financeiro. Cada balde recebe parte de suas receitas. Todo mês devem ser preenchidos, sucessivamente, três baldes diferentes em ordem de importância.
O 1º balde é o do bem-estar, ou dos gastos básicos
O 2º balde é o dos investimentos.
O 3º balde é o do luxo.

O sucesso da teoria depende do tamanho que você dará a cada balde. No primeiro balde entraram os recurso básicos para a manutenção de sua vida. Gastos como aluguéis, condomínio, planos de saúde, seguros, alimentação, transportes e combustíveis, remédios, manutenção do automóvel, manutenção da casa, contas de consumo (água, luz, telefone, gás) e impostos. A qualidade de vida, as práticas esportivas e terapias, o dízimo da igreja e as doações também entram no balde do bem-estar por serem compromissos com você mesmo e portanto fundamentais na sua vida. Gastos com diversão e hobbies também são fundamentais nesse balde. Vale lembrar que ter um plano de enriquecimento não significa passar por privações.

Se seus recebimentos forem suficientes para preencher o balde do bem-estar e houver sobras, esse balde transbordará. E somente quando ele transbordar é que você passará a encher o balde dos investimentos, o segundo mais importante. Não adianta tentar enchê-lo antes, pois você se verá obrigado a esvaziá-lo novamente no balde do bem-estar. As necessidades primárias devem ser atendidas primeiro.

Aqui está o ponto-chave do sucesso financeiro. Você construirá sua abundância financeira se souber dar ao balde do bem-estar o tamanho adequado a seus planos de riqueza. Vale lembrar que o bom planejamento financeiro significa gastar bem e com qualidade o que ganhamos, poupando com disciplina o mínimo necessário para que o nosso bom padrão de vida se sustente no futuro. estamos tratando aqui de equilíbrio e sustentabilidade, não de obsessão pela poupança.

Se seus rendimentos forem mais que suficientes para encher os dois primeiros baldes, o segundo também transbordará. Se você vive bem e poupa o suficiente para continuar vivendo bem no futuro, você pode começar a encher o terceiro e último balde, o balde do luxo. É importante deixar espaço para curtir o luxo hoje. Colha o que foi plantado. Só não deixe de ser fiel a seu planejamento, encha os dois primeiros baldes.

Importante! Não se deve eliminar um plano se os recebimentos forem insuficientes para encher os dois primeiros baldes. Eles podem ser insuficientes hoje, mas se forem suficientes para encher o primeiro balde e ainda sobrar um pouco, em algum momento se encherão os dois baldes.

A razão disso está no destino dado a cada recurso colocado em cada balde. Todo o dinheiro colocado no balde do bem-estar vai embora. Você passa esses recursos a seus credores, paga as contas e nunca mais os vê nas mãos. Já o balde dos investimentos não passa os recurso para terceiros. Todo o conteúdo desse balde é voltado para a sua poupança. A poupança, que será sempre sua, começará a gerar renda, aumentando seus recebimentos e fazendo com que mais sobras do primeiro balde comecem a encher o segundo.

Chegará o momento em que a soma de seus rendimentos mensais, mais a renda de seus investimentos, será suficiente para encher os dois baldes. Então você estará pronto para pôr em prática seu plano para atingir a independência financeira.

Massa crítica: Atinja a independência financeira

A segunda parte da fórmula da abundância financeira determina que você deve reinvestir seus retornos para obter retornos compostos até atingir uma massa crítica de capital investido que crie a renda anual que deseja para sua vida.

Massa crítica é o volume de recurso que você precisará ter em uma aplicação segura, que gere juros sobre esses recursos, de forma que a renda gerada seja suficiente para cobrir todos os seus gastos mensais com segurança.

Ao atingir a massa crítica, podemos nos considerar financeiramente independentes ou mesmo aposentados, pois todos os gastos necessários à sobrevivência são pagos sem que tenhamos de trabalhar. É uma meta fantástica, que lhe trará grande bem-estar. Não há dúvida que vale a pena persegui-la.

Temos então boa parte do plano já definida. Nosso problema agora é trabalhar com os números. Precisamos determinar o tamanho do balde dos investimentos para atingir sua independência financeira. Nesse ponto é fundamental contar com o auxílio de um especialista para não por em risco o plano e buscar oportunidades com segurança.


Fagner Nogueira Marques é sócio fundador da Nogueira Marques Consultores Associados, advogado, economista, consultor financeiro com certificação CPA-20 e ministra palestras sobre educação financeira para empresas e a

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Prosperidade, abundância e autovalor

Quando se pensa sobre prosperidade, é útil entender que é um recurso que flui através de nós. Nós somos um canal para a abundância. Logo que entendermos isso, começamos a identificar o fato de que somos nós mesmos que escolhemos como canalizar esse recurso. Viktor Frankle fez essa distinção no campo de concentração. Ele foi despojado de cada uma das suas possessões materiais, inclusive os sapatos. A única coisa que lhe restou, foi sua habilidade em acreditar em si mesmo e a abraçar a idéia que ele ainda era uma pessoa de bem, apesar do fato de terem lhe tirado tudo.

Isso é uma distinção importante a fazer, porque então ter dinheiro não é mais uma questão de autovalor. Dinheiro não determina quem você é; simplesmente é um recurso. Ter um forte juízo interno de si mesmo é que é verdadeiramente importante. Dinheiro é meramente um elemento externo. Assim que as pessoas param de comparar o seu autovalor com o dinheiro, as portas das possibilidades se abrem porque elas estão propensas a tentar outras coisas. Ao se sentirem bem com elas mesmas, elas ficam menos medrosas e estão abertas para tentar algo completamente diferente.

É só uma questão de dizer para si mesmo, "Aqui está o resultado que eu quero e existem diversas maneiras de alcançá-lo. Várias possibilidades. Se alguma não funcionar, então eu vou tentar uma outra."

E se a próxima não funcionar, é simplesmente um feedback que você precisa para tentar alguma outra coisa. Isso não significa que você é um fracassado ou uma pessoa desagradável. Simplesmente significa que existe algo lá fora que eventualmente funcionará e que este algo está fora de você. Você internamente ainda é a mesma pessoa.

Medir o autovalor de alguém somente pela quantidade de dinheiro que essa pessoa tem pode ser devastador. Por exemplo, esteve aqui uma mulher que tinha 17 milhões de dólares colocados em um "trust fund" pelos seus pais. Este fundo rendia pelo menos 800 mil dólares ao ano e duraria toda a sua vida. Essa pessoa encontrou sua identidade e seu autovalor no estilo de vida que levava e pela quantia que possuía. Por exemplo, certa vez ao sair para compras, ela gastou 18 mil dólares na seção de lingeries duma loja de departamentos.

A maior parte das ações que ela tomava quando se tratava de gastar grandes quantias de dinheiro eram resultado da comparação que ela fazia com sua irmã. A irmã estava na mesma situação; também tinha um "trust fund" que rendia muito. Entretanto, sua irmã nunca olhou para o dinheiro como um aspecto da sua identidade. Ela nunca determinou seu autovalor pela quantia que possuía.

Para ela, todo esse dinheiro significava que ela possuía algo para recorrer se lhe acontecesse um problema no futuro. Ela se casou e iniciou diversos negócios com seu marido. Foram extremamente bem sucedidos por seus próprios méritos e, depois de alguns anos, os rendimentos do "trust fund" dela se tornaram relativamente pequenos se comparados com os lucros gerados pelos negócios que eles tinham desenvolvido.

É interessante, pois a mulher que baseou a sua identidade e autovalor nos seus recursos financeiros, gastava grandes quantias de dinheiro para não ficar atrás da sua irmã. No fim ela quebrou. Esse é um exemplo extremo de alguém que mede o seu autovalor pela quantidade de dinheiro que tem.

A situação desta mulher se tornou mais complicada quando ela começou a se comparar com a irmã, o que também é uma afirmação sobre o seu autovalor. É comum uma pessoa comparar seu status financeiro com o de alguém e, lamentavelmente, essa é a origem de muitas angústias emocionais que as pessoas carregam. As pessoas têm a tendência de se compararem com os amigos, os colegas de trabalho, outros membros da família e muitos outros.

Quando as pessoas se comparam com alguém, o que estão fazendo é realmente um julgamento entre elas e a outra pessoa. Em algum nível, elas estão baseando sua identidade e autovalor em elementos externos.

Quando alguém decide se comparar e se julgar com menos freqüência, vai começar a notar mudanças surpreendentes na sua vida porque ele estará vendo a vida olhando de dentro para fora. Ele estará internamente referenciado, o que irá aumentar seu autovalor e sua identidade porque ele estará determinando quem ele é a partir do seu próprio coração. Ele não dará mais às outras pessoas a oportunidade de determinar quem ele é, porque ele já se conhecerá a um nível mais profundo e espiritual.

Quando uma pessoa se compara com outra, existe uma intenção positiva por trás do seu comportamento, mesmo que o comportamento possa aparentar ter menos recursos. Quando ela começa a entender estas intenções positivas e, muitas vezes, elas giram em torno do autovalor e da identidade, ela começará a curar a ferida inconsciente que está impedindo-a de alcançar a prosperidade e a abundância. De novo, é aí onde as crenças limitantes e os imprints entram em jogo.

A identidade de uma pessoa não é algo que acontece de repente como por encanto. É algo que a pessoa constrói com o tempo. Ela tem uma experiência e interpreta essa experiência no seu cérebro. Toma esta experiência, dá a ela algum nível de critério e a armazena. E em algum nível, ela diz "Eu me baseio nessa experiência". Ela tem outras experiências, empilhando uma em cima da outra. Muitas pessoas tendem a selecionar as negativas e descartar as positivas. Durante um tempo, a pessoa começa, de propósito, a empilhar numa direção e descarta tudo o mais. Nós somos as criaturas do descarte. A intenção positiva que está por trás da escolha pelo negativo é proteger a pessoa de ter novamente outra experiência negativa.

No fim, a pessoa também esquece de escolher o positivo. Ela necessita aprender a absorver todas as suas experiências positivas para manter o balanço. Quando uma pessoa traz para dentro de si todos os elementos positivos de uma experiência e remove as partes negativas, ela começa a perceber que a informação negativa não é sobre ela. Isso torna mais fácil aferrar-se a todos os aspectos positivos de uma situação, e integrá-los enquanto se livra do negativo.

Se livrar dos aspectos negativos de uma situação, enquanto integra os positivos, com o passar do tempo irá mudar de maneira dramática a situação financeira de uma pessoa porque ela começa a desenvolver um sentimento mais profundo do autovalor. Em vez de basear seu autovalor nos elementos externos de um contracheque, ela desenvolve um forte sentimento de autovalor que lhe dá coragem para tentar novas coisas e assim expandir suas oportunidades.

Por exemplo, conheci um zelador que ganhava por volta de $1.800 dólares por mês. Depois de trabalhar algumas de suas crenças com a PNL e também de algum planejamento financeiro, ele decidiu começar seu próprio negócio. Começou economizando dinheiro e comprou todas os materiais de que precisava. Conseguiu um contrato de limpeza perto do seu trabalho e contratou alguém para cumprir o contrato. Depois conseguiu outro e contratou mais um para ajudá-lo. Depois de um tempo, ele decidiu sair do seu emprego e começar sua própria empresa de limpeza. Ele, no fim, percebeu um tremendo aumento na sua remuneração mensal e uma sensação de liberdade que nunca havia experimentado antes.

Ele ainda fazia o trabalho de zelador. O que havia mudado era o seu autovalor. Ao invés de pensar "Oh, eu sou apenas um zelador, não posso fazer mais nada; não sou bastante esperto," ele começou a pensar "O que é possível?" Todo mundo necessita alguém que venha e faça a limpeza. As casas e as escolas precisam. Eles estão me contratando para fazer isso, então por que eu não passo para o outro lado da cerca e começo o meu próprio negócio.

É assim que você explora as possibilidades. Começa com um sonho. Depois é uma questão de transformar este sonho em realidade. Quando uma pessoa começa a aceitar o seu próprio autovalor e se abre para a idéia de que é possível, ele atrai a abundância e a prosperidade para a sua vida. O mundo exterior é um reflexo do nosso mundo interior. Se alguém, no seu íntimo, está se sentindo bem, isso geralmente se reflete na sua aparência, e ele vai atrair experiências positivas para sua vida. É deste modo que a vida funciona.

Referências:

Hallbom, T. and K. Johnson, "Alternative Medicine: The Definitive Guide", (Beverly Hills, CA: The Holistic Book Project, 1993) "Neuro-Linguistic Programming", p. 382.

Nancy Gibbs, Time Magazine, (Time, Inc., Principal Office, Oct. 2, 1995) Vol. 146: No. 14. "The EQ Factor", pp. 60-69. Information in the article is based on the book written by Harvard psychologist Daniel Goleman, Ph.D., "Emotional Intelligence" (Bantam, 1995).

Daniel Goleman, Reader's Digest, (The Readers Digest Association, Jan. 1995). "What is your Emotional IQ? Pp. 49-52." Condensed from "Emotional Intelligence" by Daniel Goleman, Ph.D.

Kris Hallbom é jornalista independente, co-diretora do Instituto de PNL da Califórnia, é formada em Psicologia e Línguas. Também é Master Practitioner em PNL.

Armand D'Alo

domingo, 28 de julho de 2013

Milagre Financeiro: Conselhos para Empreendedores Extraordinários

Milagre Financeiro: Conselhos para Empreendedores Extraordinários: Conselhos para Empreendedores Extraordinários CONSELHOS PARA EMPREENDEDORES EXTRAORDINÁRIOS Daniel...

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Liberdade Financeira:

1. Liberdade Financeira:

• Ausência de dívidas,
• De transações financeiras desonestas,
• Da preocupação por falta de dinheiro necessário,
• E a possibilidade de dar, segundo a orientação de Deus.

2. Benefícios da liberdade financeira:

• Ser capaz de prover as necessidades dos outros, de acordo com a direção do Espírito Santo.
• Experimentar a provisão sobrenatural de Deus. Sobrenatural, no sentido de que Deus provê exatamente a quantia necessária, na hora certa, o que resulta em glória para Ele.
• Ter sabedoria e inteligência para satisfazer os compromissos financeiros. Isto precisa estar baseado na satisfação de possuir apenas o que é essencial, ou aquilo que Deus quer que você tenha.
• Deus não desperdiça nada. Não constrói nada na vida de alguém sem ter um proposto certo.
• Deus deseja fazer o máximo com aquilo que nos deu. (Parábola dos Talentos).


3. Saiba distinguir entre gastos com itens que perdem o valor e investimentos do valor crescente. Infelizmente, muitos crentes vivem pedindo dinheiro emprestado para coisas que se desvalorizam, tais como aparelhos, móveis, carros, etc.